A New School é mais do que uma iniciativa educacional. É um movimento de impacto social que prepara jovens da periferia para a vida, combinando desenvolvimento emocional, educação inclusiva e trilhas voltadas para tecnologia, carreira e cultura digital.
No centro de tudo isso, está um diferencial poderoso: uma comunidade gamificada, onde o aprendizado se transforma em conquistas reais.
Mas, com o crescimento dessa comunidade, surgiu um desafio inevitável.
O desafio: crescer sem perder a essência
À medida que o número de alunos aumentava, o volume de atendimentos e interações também crescia, e com ele, a complexidade de manter uma comunicação próxima, relevante e consistente.
A preocupação era clara: como escalar o atendimento sem perder aquilo que tornava a New School única?
A comunicação da escola não é neutra ou institucional. Ela tem identidade, ritmo e linguagem própria, repleta de gírias, expressões e referências do cotidiano dos alunos.
Mais do que responder rápido, era preciso continuar gerando identificação, engajamento e acolhimento.
E isso levantava uma dúvida comum em operações em crescimento: será que a automação afastaria os alunos?
A solução: tecnologia com contexto
Para enfrentar esse desafio, a New School implementou a Hera como parte central da sua operação de comunicação.
A estratégia envolveu:
- Uso de um agente conversacional como primeiro ponto de contato com os alunos
- Integração com WhatsApp para envio de lembretes, atualizações e comunicados importantes
- Aplicação de formulários para coleta de feedbacks e pesquisas
- Organização dos contatos em categorias para melhor segmentação
Com tudo centralizado em uma única plataforma, o time passou a ter mais clareza sobre o que estava acontecendo na jornada dos alunos.
O resultado imediato foi uma operação mais organizada, com menos ruídos internos e maior consistência na comunicação.
“Nos momentos da implementação, íamos testando as coisas e vendo as possibilidades de como o agente de IA poderia nos ajudar. Principalmente com abertura de chamados de suporte, ficou mais organizado.”
— Hortência Nicácio, Comunidade NS
O papel do agente: proximidade em escala
Um dos pontos mais importantes foi a construção do agente conversacional.
Ele não foi apenas configurado, foi treinado e cuidadosamente ajustado para refletir a cultura da New School.
O agente, apelidado de Gabes, passou a atuar como o primeiro contato dos alunos, com funções como:
- Apresentar o propósito da escola
- Explicar o funcionamento das trilhas
- Tirar dúvidas recorrentes
- Compartilhar provas sociais
- Orientar próximos passos
- Conduzir o onboarding
Tudo isso respeitando o tom de voz da comunidade e mantendo a naturalidade das interações.
O resultado foi um atendimento que não soa automatizado, mas sim contínuo, acessível e humano.
Resultados: quando a tecnologia aproxima
A implementação mostrou na prática, que tecnologia bem aplicada não afasta, aproxima.
Com o Gabes como peça-chave no atendimento, a New School conseguiu:
- Garantir respostas para todos os alunos
- Reduzir gargalos operacionais
- Manter consistência na comunicação
- Preservar a identidade da comunidade mesmo em escala
Mais do que eficiência, houve ganho real na experiência dos alunos.
Próximos passos: uma jornada ainda mais personalizada
A evolução não para por aqui.
A New School já planeja automatizar réguas de comunicação ao longo de toda a jornada do aluno, acompanhando de perto o desempenho individual.
A ideia é usar esses dados para:
- Encorajar alunos em momentos críticos
- Sugerir novas trilhas de aprendizado
- Celebrar conquistas importantes
Porque, no fim, o objetivo continua o mesmo: garantir que cada aluno receba a atenção necessária para transformar sua própria realidade.
Com uma tecnologia que entende que cada interação importa.