A New School é mais do que uma iniciativa educacional. É um movimento de impacto social que prepara jovens da periferia para a vida, combinando desenvolvimento emocional, educação inclusiva e trilhas voltadas para tecnologia, carreira e cultura digital.
No centro de tudo isso, está um diferencial poderoso: uma comunidade gamificada, onde o aprendizado se transforma em conquistas reais.
Mas, com o crescimento dessa comunidade, surgiu um desafio inevitável.
À medida que o número de alunos aumentava, o volume de atendimentos e interações também crescia, e com ele, a complexidade de manter uma comunicação próxima, relevante e consistente.
A preocupação era clara: como escalar o atendimento sem perder aquilo que tornava a New School única?
A comunicação da escola não é neutra ou institucional. Ela tem identidade, ritmo e linguagem própria, repleta de gírias, expressões e referências do cotidiano dos alunos.
Mais do que responder rápido, era preciso continuar gerando identificação, engajamento e acolhimento.
E isso levantava uma dúvida comum em operações em crescimento: será que a automação afastaria os alunos?
Para enfrentar esse desafio, a New School implementou a Hera como parte central da sua operação de comunicação.
A estratégia envolveu:
Com tudo centralizado em uma única plataforma, o time passou a ter mais clareza sobre o que estava acontecendo na jornada dos alunos.
O resultado imediato foi uma operação mais organizada, com menos ruídos internos e maior consistência na comunicação.
“Nos momentos da implementação, íamos testando as coisas e vendo as possibilidades de como o agente de IA poderia nos ajudar. Principalmente com abertura de chamados de suporte, ficou mais organizado.”
— Hortência Nicácio, Comunidade NS
Um dos pontos mais importantes foi a construção do agente conversacional.
Ele não foi apenas configurado, foi treinado e cuidadosamente ajustado para refletir a cultura da New School.
O agente, apelidado de Gabes, passou a atuar como o primeiro contato dos alunos, com funções como:
Tudo isso respeitando o tom de voz da comunidade e mantendo a naturalidade das interações.
O resultado foi um atendimento que não soa automatizado, mas sim contínuo, acessível e humano.
A implementação mostrou na prática, que tecnologia bem aplicada não afasta, aproxima.
Com o Gabes como peça-chave no atendimento, a New School conseguiu:
Mais do que eficiência, houve ganho real na experiência dos alunos.
A evolução não para por aqui.
A New School já planeja automatizar réguas de comunicação ao longo de toda a jornada do aluno, acompanhando de perto o desempenho individual.
A ideia é usar esses dados para:
Porque, no fim, o objetivo continua o mesmo: garantir que cada aluno receba a atenção necessária para transformar sua própria realidade.
Com uma tecnologia que entende que cada interação importa.